Grandes nomes da Psicanálise fizeram perpetuar os seus conhecimentos escrevendo livros. Realmente, essa é a forma mais significativa de eternizar conhecimentos. Estudar psicanálise torna possível obter o conhecimento necessário para escrever novos livros, e tornar-se propagador das ideias psicanalíticas na cultura.

Se você deseja seguir esta brilhante carreira, antes de iniciar é necessário rever os seus hábitos em relação à leitura e escrita. Somente com a prática é possível melhorar habilidades de escrita.

  • Jacques Lacan;
  • Jacques-Alain Miller;
  • Jean-Bertrand Pontalis;
  • Melanie Klein;
  • Sigmund Freud;
  • Slavoj Žižek;
  • Wilfred Bion;
  • Wilhelm Reich;
  • Alfred Adler;
  • Erich Fromm;
  • Karen Horney;
  • Harry S. Sullivan;
  • Erik Erikson;
  • Bolwlby;
  • Michael Balint;
  • Danilo Perestrello;
    • No Brasil, temos Grandes escritores, e queremos homenagear aqui o psicanalista Danilo Perestrello (1989) em A medicina da pessoa. A sua proposta trazia uma abordagem que pretendia modificar a relação médico-paciente dando-lhe uma conotação mais humanizada, assim como construir um modelo para a gênese da doença, na qual os fatores psíquicos passariam a ser considerados elementos fundamentais na formação das enfermidades somáticas. Destas matrizes, surge um campo que atende por duas denominações: “Psicologia Médica” e “Medicina Psicossomática”.
  • Nise da Silveira;
    • Homenageamos também a psicanalista brasileira Nise da Silveira, que dedicou sua vida à psiquiatria e manifestou-se radicalmente contrária às formas que julgava serem agressivas em tratamentos de sua época, tais como o confinamento em hospitais psiquiátricos, eletrochoque, insulinoterapia e lobotomia. Nise ainda foi pioneira ao enxergar o valor terapêutico da interação de pacientes com animais. Mulher,
      Sobre a importância de escreve…
      “A solidão não vem de não haver pessoas ao seu redor, mas de não conseguir comunicar as coisas que são importantes para si mesmo ou de sustentar certos pontos que os outros acham inadmissíveis.”
      -Carl Jung-