A ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PSICANÁLISE INSIGHT forma Psicanalistas preparados para acompanhar pessoas na solução de problemas existenciais, tais como: fobia, ansiedade, depressão, obsessão, compulsão, angústia, melancolia, e crises em geral, e também na área clínica, escolar, organizacional, institucional e comunitária; empregando metodologia exclusiva ao bom exercício da profissão, quais sejam, as técnicas e meios eficazes da psicanálise no tratamento das psiconeuroses.

A ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PSICANÁLISE INSIGHT oferece o Curso de Formação em Psicanálise Clínica para qualquer pessoa que tenha interesse na área e tenha concluído o ensino médio. Muitos de nossos alunos são psicólogos, psiquiatras, dentistas, médicos, enfermeiros, coachs, consultores, filósofos, advogados, teólogos, nutricionistas, consultores, professores, coaches, educadores, pedagogos, professores, capelães, conferencistas, pastores, líderes; e etc.

 

A AUTORREGULAMENTAÇÃO COMO PARTE DO PROCESSO DE FORMAÇÃO DE UM PSICANALISTA.

No Brasil, a psicanálise não é uma profissão regulamentada, o que não significada que não seja reconhecida. De acordo com o Ministério do Trabalho (CBO – código 2515.50), o psicanalista é um profissional que pode exercer sua profissão em todo o território nacional. Essa prerrogativa pode ser comprovada no decreto 2.208 de 17 de abril de 1997, que estabelece Diretrizes e Bases da Educação Nacional, e também no artigo 5º, incisos II e XIII, da Constituição Federal.

Não. Uma atividade ilegal, ou pior do que isto, uma atividade criminosa, são ocorrências previstas e coibidas por Leis específicas. No primeiro caso teríamos o exercício profissional de alguma atividade protegida por Lei; como é o caso de uso indevido de uma titulação ou atribuição restrita a uma categoria profissional (ex: dizer-se médico, sem formação adequada é exercício ilegal da medicina, e o infrator incorre no crime de falsidade ideológica). Nada disto se aplica ao Psicanalista, afinal, não existem leis que restrinja de forma específica tal atividade, muito menos que a vincule ao campo da medicina ou da psicologia, por isso qualquer tipo de pressão corporativista tem apenas valor “moral”, não indo, portanto, muito além de uma “opinião pessoal”.

Como já estabelecemos, como inexistente oficialmente o diploma de Psicanalista, visto que não existe Lei Federal que discipline sobre as condições de capacidade para o exercício profissional da Psicanálise, as sociedades psicanalíticas formadoras, ao certificarem seus alunos, são as verdadeiras responsáveis pela qualidade profissional de seus formados. Por isso, o fato de nossa sistemática Jurídica admitir o exercício livre de qualquer atividade não proibida por Lei, não deve tornar a área da Psicanálise uma “terra sem Lei”, bem ao contrário, as instituições formadoras devem ter como meta principal à formação de profissionais éticos e bem capacitados academicamente, afinal, só este compromisso poderá cooperar com o avanço e divulgação da Psicanálise no Brasil.

Com relação aos pré-requisitos, o candidato a psicanalista deve ter em mente que não é necessária nenhuma formação prévia para exercer a profissão, que não é regulamentada no Brasil. No entanto, ressaltamos novamente que a formação é fundamental para o exercício de maneira alinhada aos preceitos psicanalistas.

Por fim, a vontade e dedicação são essenciais para se tornar um psicanalista. De nada adianta iniciar estudos na área sem que haja um desejo de autoconhecimento e conhecimento da psique e do inconsciente. Além disso, empatia o outro é algo importante já que grande parte do trabalho está pautado na escuta do sofrimento alheio.

Embora exista uma ausência de Leis específicas que tratem da atividade de psicanalista, nossa atividade profissional é inserida na classificação Brasileira de ocupações (CBO), no ministério do trabalho, instituída por portaria ministerial nº.397, de 9 de outubro de 2002, código n.º. 2515-50. Esta menção um tanto vaga, embora não tenha peso de regulamentação, legitima de forma efetiva, a profissão de Psicanalista.